Comunidade Shalom Filadélfia


ATENÇÃO!

ESTAMOS EM NOVO ENDEREÇO:


http://comunidadeshalomfiladelfia.blogspot.com/



Escrito por Pastor Neto Curvina às 23h49
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Por John Piper

"NO ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo."  (Isaías 6 : 1)

Nenhuma visão do céu já teve um vislumbre de Deus arando um campo, ou cortando sua grama ou engraxando sapatos ou preenchendo relatórios ou carregando um caminhão. Deus nunca está em desespero com o seu reino celestial. Ele está sentado. E ele está sentado em um trono. Tudo está em paz e ele tem o controle de tudo.

Nós não damos a Deus autoridade sobre nossas vidas. Ele já tem autoridade quer  gostamos ou não. Que loucura total é de agir como se tivéssemos quaisquer direitos a questionar Deus! Precisamos ouvir agora e sempres palavras contundentes como as de Virginia Stem Owens, que disse [no] Jornal Reformed,

“Vamos deixar uma coisa clara. Deus pode fazer qualquer coisa que ele quiser, inclusive condenar. E se lhe agrada condenar, então está feito, e está de fato bem feito. A atividade de Deus é o que é. Não há qualquer outra coisa. Sem ela não haveria seres vivos, incluindo seres humanos que se atrevem a julgar  o Criador de tudo o que existe.”

Poucas coisas são mais humilhantes, poucas coisas nos dão aquela sensação de pura majestade, como a verdade de que Deus é totalmente soberano. Ele é o Supremo Tribunal Federal, o Legislativo e o Executivo. Depois dele, não tem para quem apelar.


E esse é o Deus que eu amo.

Ponto final.



Escrito por Pastor Neto Curvina às 19h56
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Preocupante...

Sair em defesa do Evangelho de Cristo não é, definitivamente, a melhor maneira de fazer amigos.

Mas, se não o fizer, perco o melhor que tenho.

E acredite, não o trocarei por nada.

Tive acesso a uma determinada literatura recentemente.

Por questões óbvias, vou me abster em citar nomes, denominações ou coisas do gênero.

Mais ou menos como faço com o movimento pentecostal.

Trato-o como uma heresia, que é, sem, contudo citar nomes.

Veja o absurdo:



No jornal 'X' (órgão de divulgação do grupo), Ano 3 - Número 25, p. 6. Veja algumas declarações sobre um dos maiores profetas de todos os tempos, por favor: ‘João Batista é um exemplo de alguém que começou na linha da vida, na incumbência de Deus, mas que no fim se desviou.’ ‘Ele mesmo disse: "Convém que Ele (Jesus) cresça e que eu diminua.’ (João 3.30). Entretanto, em vez de diminuir, João cresceu. Ele gerou um discipulado. Certa vez, quando João encontrou Jesus, dois de seus discípulos seguiram-no, mas ele mesmo não foi.’. ‘No início ele foi totalmente contra os fariseus, chamando-os de raça de víboras, mas depois igualou-se a eles.’ ( Mat. 9.14). "João começou a perder totalmente a direção de Deus.". ‘Ele se orgulhou, até mesmo chegou a competir com Cristo; tinha seus próprios discípulos e andava no seu próprio caminho. Por isso o Senhor permitiu que sua cabeça fosse cortada."

 


 

 

Fico imaginando se esse pessoal sabe bem onde está pisando.

Sim, deixei o ano, o número e a página da declaração apóstata de forma proposital.

É que tem sempre alguém que duvida do que estamos falando.

Se quiser se aventurar na verdade, pesquise.

Se não quiser, o problema não é meu.

Agora veja o que Cristo fala sobre João, o Batista:


"Em verdade vos digo que entre os nascidos de mulher, não apareceu alguém maior que João Batista" (Mateus 11:11)


E o que disse o Senhor Deus sobre ele:


"Voz que clama no deserto: preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo, vereda ao nosso Deus" (Isaías 40:3)


Fica difícil imaginar que essas palavras se referem a um desviado que queria competir com o Messias, logo ele que disse:


"Mas após mim vem aquele que é mais poderoso do que eu, cujas sandálias não sou digno de levar..." (Mateus 3:11)

 

Esse tipo de desvio normalmente parte da cabeça de um líder espiritual, como temos muito no Brasil, embora não seja o caso deste.

 

E aí, tal qual nas seitas adventistas, que tem a palavra da Sra. White como inspirada, essas declarações tem peso de doutrina e não podem ser contestadas.

 

Resultado: cegos guiando outros cegos.

 

E a cova está aberta...

 

 

 

Neto Curvina

Se alguém se achar em condições de proteger o absurdo que acabamos de expor, que o faça.

Mas o faça biblicamente.

Só estou tentando fazer meu trabalho de pastor...




Escrito por Pastor Neto Curvina às 09h45
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Enquanto isso, na sala de justiça...

 

Até porque, para curar analfabetismo, basta uma boa gramática...

 

Já imaginou quando Iavé disse ao profeta "Escreve o que está vendo num livro!" ele fizesse algo assim?

 

Próximo!



Escrito por Pastor Neto Curvina às 09h20
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Entenda, enquanto pode...

Uma das lições mais difíceis de ser aprendidas pelas ovelha do Pai é a sua mordomia soberana.

O fato de que temos que fazer as coisas como ele gosta e ponto final.

Milhares de servos ao redor do mundo ainda teimam é tentar persuadi-lo com suas boas intenções.

O problema é que para Deus não existem boas intenções.

Nossas boas intenções para ele são 'trapos de imundícia'.

O que ele quer é que guardemos sua Palavra.

E isso inclui adora-lo como ele ensinou, e não como nós achamos ser o certo.

Ele deu a medida. Nem mais nem menos. Só a medida.

Nada de timidez. E nada da arrepiante 'adoração extravagante'.

Deus não receberá nenhuma nem outra.

Ele quer culto racional, em espírito e em verdade.

Só isso.

Adoração comandada pela búlsola chamada Bíblia.

É triste ver ovelhas com futuros promissores se estragando em suas ilusões.

Muitas vezes com o coração cheio de...sim: boas intenções.

Infelizmente muitas delas em desacordo com a Palavra de Deus.

No final, em meio à frustração, o descontentamento com Deus.

E um questionamento inútil e vazio.

"Por que ele não recebeu?"

Porque não foi feito como ele disse para ser.

Abaixo, um texto que fala sobre isso, para sua reflexão.

A fonte é o monergismo.


Reverência para com Deus

por

Henry Sikkema


Quando Davi intentou tomar a arca do concerto da casa de Abinadabe, ele teve intenções corretas, mas ele o fez da maneira errada, levando, no final das contas, à morte de Uzá (2 Samuel 6:1-11 e 1 Crônicas 13). Como Davi entendeu mais tarde (em 1 Crônicas 15:13 ss), ele estava errado na primeira vez em que tentou levar a arca para Jerusalém. Ele comentou que porquanto da primeira vez vós não a levastes, o Senhor fez uma brecha em nós, porque não o buscamos segundo a ordenança. Ele então declara o modo que deveria ser feito – os Coatitas (um clã dos Levitas) deveriam carregar a arca nos pólos e aos Levitas não lhes eram permitido tocar nas coisas santas (Números 4:14-15 dá estes mandamentos); somente um grupo seleto de Levitas deveria tocar os instrumentos musicais, e não Davi e todo o Israel. Note que Davi diz isto embora Deus não tenha proibido explicitamente o uso de um carro – o mandamento de carregar a arca nos pólos é suficiente para proibir qualquer outro método de transportar a arca. Como C.H. Spurgeon escreveu num sermão sobre A Lição de Uzá:

"O povo não demonstrou qualquer reverência para com Deus, consultando Seu registro de regras que Ele tinha imposto para orientação deles, - parecendo pensar que tudo o que lhes agradasse, O agradaria, - todo tipo de adoração que eles escolhessem inventar, seria suficiente o bastante para o Senhor Deus de Israel, - portanto, isto terminou em fracasso......"[15]


Quando Davi fez estas coisas como Moisés tinha ordenado, conforme a palavra do Senhor (1 Crônicas 15:15), então, Deus ajudou os levitas que Levavam a arca do concerto do Senhor (verso 26). Assim, novamente vemos claramente que Deus Se agrada somente com aquilo que Ele ordena.



Escrito por Pastor Neto Curvina às 14h37
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ACREDITE SE QUISER...

DO FOLHAGOSPEL



 

Ao invés de farinha normal, hóstias foram produzidas por engano com uma farinha alucinógena, que teve efeito imediato.

E por isso, no último domingo, na igreja do Santo Espírito de Campobasso, na região central da Itália, desencadeou-se o caos: alguns testemunharam visões dos santos, outros abraçaram o crucifixo e duas idosas perseguiram o padre, batendo nele com suas bolsas e gritando: “Você é o demônio”.

 


Comentário do Blog:

 

É o que se pode chamar de hóstia 'batizada'.

Como dizia um velho conhecido: "Cruz-Credo!"



Escrito por Pastor Neto Curvina às 14h02
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Não diga...

Disse o Padre:

A adoração a imagens é uma das maiores diferenças entre cristãos católicos e protestantes e por causa disso, durante uma missa, o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior, da Arquidiocese de Cuiabá (MT), disse que os evangélicos são “otários”.

“O princípio protestante é um princípio orgulhoso e soberbo, o princípio protestante é ‘eu não preciso de ninguém eu vou pra Deus direto’”, ensina o religioso que diz que sua religião é humilde e que Deus quer que usemos os outros pecadores.

“E se Deus quer que você use os outros, as criaturas humanas frágeis, o que você faz otário?”, diz ele que confessa que beija a mão de outro padre mesmo sabendo que ele é pecador, porque aquelas mãos são instrumentos de santificação.

O padre afirmou que os protestantes repetem, babam e bufam que Jesus é o único mediador. “Jesus é o único mediador, meu filho. Mas você já ouviu falar no Corpo de Cristo? O único mediador é o Corpo de Cristo, não é só a cabeça”, disse.

Em seu sermão ele tentava convencer de que o catolicismo está correto ao pedir para que os santos façam a intermediação de suas súplicas, que é o mesmo que pedir para o próprio Jesus. Ele diz também que os evangélicos falam que amam a Jesus, mas perseguem os católicos, falam mal da Virgem Maria e do Papa.

“Como é possível amar Jesus desse jeito? Vocês só amam o pedaço que vocês escolhem? Cadê o cristianismo bíblico que vocês pregam?”, diz o sacerdote que afirma que Maria age na salvação do mundo, porque Cristo está vivo e está vivo através da Igreja, o Corpo de Cristo que foi gerado por Maria.

Eis aí o autor dessas pérolas.

Algum comentário?

Melhor não...


Até porque, falar com pedaços de pau e gesso é um sinal ululante de inteligência e sabedoria.

Prefiro continuar otário.



 



Escrito por Pastor Neto Curvina às 23h06
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Momentos...

Esses dias foi possível meditar um pouco.

Refletir um pouco.

Observar. Ouvir.

Foi bom reencontrar velhos amigos e companheiros.

Fazer outros.

Apascentar meu rebanho.

Uma das coisas mais misteriosas que Deus nos outorgou foi isso.

A relação pastor e ovelha.

Um misto de amor fraternal, paterno, amigo.

Algo que, monitorado pela ótica de Deus, só rende bênçãos.

Algo para poucos.

Essa foi, uma das grandes lições destes dias.

Esse negócio é para poucos.

Poucos que entendem os mistérios de Deus.

A caminhada junto a elas, as ovelhas, os cuidados.

Só pode ter e fazer quem foi chamado para isso.

Vi dezenas de pastores que vêem o ministério como um negócio.

Um meio de alcançar projeção social.

Ser visto como uma forma de autoridade.

Nunca entendi assim.

Sempre recebi o ministério como uma das coisas mais penosas da vida.

Penosa e gratificante.

Como coisas que só Deus pode fazer.

Ver meus jovens crescerem é como ver meus filhos.

Ver os adultos se transformarem.

As crianças darem os primeiros passos.

Sim, Deus me chamou para isso.

E tem ainda muita coisa a ser feita.

Um pastor deve dormir onde dorme seu rebanho.

Comer a comida que comem.

Servi-lo.

Isso, definitivamente, é para poucos...

E o mistério que une essas coisas é o amor de Deus.

A consciência de que, sabendo de nossas mútuas falhas, não ousamos ser melhor do que ninguém.

E nos aceitamos.

Não há ovelhas especiais.

Não há uma classe que se imponha sobre as outras.

Somente... ovelhas.

Infelizmente (e sempre tem um infelizmente) também vemos alguns se distanciarem.

E sigo perdendo horas e horas meditando no motivo que os leva a isso.

Sabendo que no fundo, seus egos são os grandes culpados.

Os intermináveis 'eus' e mais 'eus'.

Não há como competir, aqui de fora, com inimigo tão íntimo.

Foi bom dormir mais uma vez em uma varanda.

Esperar a vez para comer.

Para usar o banheiro.

Isso é o que nos torna mais humanos.

Mais cristãos.

E nos mostra o caminho do filho do carpinteiro.

É bom acordar e ver as caras amassadas pelos lençois.

Os cabelos desarrumados.

Sim, estes somos nós.

A verdadeira cara atrás das máscaras sociais.

Por isso gosto de retiros.

Em poucos lugares temos a chance de ver tão de perto os que lá estão.

E os que não estão.

Até 2013.

Se o Altíssimo permitir, na ilha mais bonita do Brasil.

Aleluia!


 

 

 

Neto Curvina

Apaixonado pelo que faço.



Escrito por Pastor Neto Curvina às 18h18
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Imagens...

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Pastor Neto Curvina às 11h14
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Imagens...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Pastor Neto Curvina às 17h12
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Indicação de filme

Tarde desta terça-feira final de uma festa maldita.

Chegamos de retiro e estamos cansados.

Nem tive tempo ainda de selecionar as fotos que irão para o blog.

Depois de um breve cochilo, ligo a TV, ainda zonzo...

Ato natural de quem, no momento, nada tem para fazer.

Está passando E.T. O Extraterrestre.

Últimos vinte minutos. Alguns dos melhores minutos da história do cinema.

Do tempo em que cinema era obra de arte, e as crianças eram protagonistas.

Spielberg, o diretor, é judeu.

E sempre faz referências à Torá em seus filmes.

Em "Os Caçadores da Arca Perdida", fala da Arca da Aliança, de Moisés.

Em a "A Última Cruzada", cita o graal, o cálice que Cristo usou na útima ceia.

Há referências à Torá em E.T.

Sutis, mas presentes.

Principalmente no finalzinho do filme, onde um arco-íris marca uma espécie de aliança.

Assim como Deus fez com Noé.

A trilha sonora, de John Willians, é arrebatadora, e considerada uma das vinte melhores do cinema em todos os tempos.

Esse filme completa 30 anos agora em 2012.

Não há cenas de violência, sexo, prostituição e feitiçaria.

Foi, durante anos, recordista de bilheteria ao redor do mundo.

Para quem acha que precisa dessas coisas para ganhar dinheiro.

Se você quer uma opção sadia a Harry Potter e enlatados orientais, este é o filme.

Abaixo, o trailler oficial, comemorativo de 20 anos.

É interessante ver como a atual geração, a do IPod, nunca ouviu falar em ET.

Coitados, não sabem o que estão perdendo.




Escrito por Pastor Neto Curvina às 18h54
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Eleição

Procuremos entender a vocação própria dos eleitos, os quais não são eleitos porque creram, mas são eleitos para que cheguem a crer. O próprio Senhor revela a existência desta classe de vocação ao dizer: Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi (Jo 15: 16). Pois, se fossem eleitos porque creram, tê-lo-iam escolhido antes ao crer nele e assim merecerem ser eleitos. Evita, porém, esta interpretação aquele que diz: Não fostes vós que me escolhestes. 

Não há dúvida que eles também o escolheram, quando nele acreditaram. Daí o ter ele dito: Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi, não porque não o escolheram para ser escolhidos, mas para que o escolhessem, ele os escolheu. Isso porque a misericórdia se lhes antecipou (Sl 53:11) segundo a graça, não segundo uma dívida. Portanto, retirou-os do mundo quando ele vivia no mundo, mas já eram eleitos em si mesmos antes da criação do mundo. 

Esta é a imutável verdade da predestinação da graça. Pois, o que quis dizer o Apóstolo: Nele ele nos escolheu antes da fundação do mundo?(Ef 1:4). Com efeito, se de fato está escrito que Deus soube de antemão os que haveriam de crer, e não que os haveria de fazer que cressem, o Filho fala contra esta presciência ao dizer: Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi. Isto daria a entender que Deus sabia de antemão que eles o escolheriam para merecerem ser escolhidos por ele. 

Conseqüentemente, foram escolhidos antes da criação do mundo mediante a predestinação na qual Deus sabia de antemão todas as suas futuras obras, mas são retirados do mundo com a vocação com que Deus cumpriu o que predestinou. Pois, o que predestinou, também os chamou com a vocação segundo seu desígnio. Chamou os que predestinou e não a outros; predestinou os que chamou, justificou e glorificou (Rm 8:30) e não a outros com a consecução daquele fim que não tem fim. 

Portanto, Deus escolheu os crentes, mas para que o sejam e não porque já o eram. Diz o apóstolo Tiago: Não escolheu Deus os pobres em bens deste mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que o amam? (Tg 2:5). Portanto, ao escolher, fá-los ricos na fé, assim como herdeiros do Reino. Pois, com razão, se diz que Deus escolheu nos que crêem aquilo pelo qual os escolheu para neles realizá-lo. 

Pergunto: quem ouvir o Senhor, que diz: Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi, terá atrevimento de dizer que os homens têm fé para ser escolhidos, quando a verdade é que são escolhidos para crer? A não ser que se ponham contra a sentença da Verdade e digam que escolheram antes a Cristo aqueles aos quais ele disse: Não fostes vós que me escolhestes, mas fui eu que vos escolhi. 


 

Texto de Agostinho de Hipona, um dos quatro mais brilhantes teólogos da humanidade após os tempos apostólicos.

Fazem companhia a ele, Lutero, Calvino e Tomás de Aquino.

Ser brilhante é isso: pegar o complicado e torná-lo fácil...

 



Escrito por Pastor Neto Curvina às 22h40
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Palavra

 

Alimentando as Ovelhas ou Divertindo os Bodes?

por

Charles H. Spurgeon


 

 

Existe um mal entre os que professam pertencer aos arraiais de Cristo, um mal tão grosseiro em sua imprudência, que a maioria dos que possuem pouca visão espiritual dificilmente deixará de perceber. Durante as últimas décadas, esse mal tem se desenvolvido em proporções anormais. Tem agido como o fermento, até que toda a massa fique levedada. O diabo raramente criou algo mais perspicaz do que sugerir à igreja que sua missão consiste em prover entretenimento para as pessoas, tendo em vista ganhá-las para Cristo. A igreja abandonou a pregação ousada, como a dos puritanos; em seguida, ela gradualmente amenizou seu testemunho; depois, passou a aceitar e justificar as frivolidades que estavam em voga no mundo, e no passo seguinte, começou a tolerá-las em suas fronteiras; agora, a igreja as adotou sob o pretexto de ganhar as multidões.

Minha primeira contenção é esta: as Escrituras não afirmam, em nenhuma de suas passagens, que prover entretenimento para as pessoas é uma função da igreja. Se esta é uma obra cristã, por que o Senhor Jesus não falou sobre ela? “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16.15) — isso é bastante claro. Se Ele tivesse acrescentado: “E oferecei entretenimento para aqueles que não gostam do evangelho”, assim teria acontecido. No entanto, tais palavras não se encontram na Bíblia. Sequer ocorreram à mente do Senhor Jesus. E mais: “Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres” (Ef 4.11). Onde aparecem nesse versículo os que providenciariam entretenimento? O Espírito Santo silenciou a respeito deles. Os profetas foram perseguidos porque divertiam as pessoas ou porque recusavam-se a fazê-lo? Os concertos de música não têm um rol de mártires.

Novamente, prover entretenimento está em direto antagonismo ao ensino e à vida de Cristo e de seus apóstolos. Qual era a atitude da igreja em relação ao mundo? “Vós sois o sal”, não o “docinho”, algo que o mundo desprezará. Pungente e curta foi a afirmação de nosso Senhor: “Deixa aos mortos o sepultar os seus próprios mortos” (Lc 9.60). Ele estava falando com terrível seriedade!

Se Cristo houvesse introduzido mais elementos brilhantes e agradáveis em seu ministério, teria sido mais popular em seus resultados, porque seus ensinos eram perscrutadores. Não O vejo dizendo: “Pedro, vá atrás do povo e diga-lhe que teremos um culto diferente amanhã, algo atraente e breve, com pouca pregação. Teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que com certeza realizaremos esse tipo de culto. Vá logo, Pedro, temos de ganhar as pessoas de alguma maneira!” Jesus teve compaixão dos pecadores, lamentou e chorou por eles, mas nunca procurou diverti-los. Em vão, pesquisaremos as cartas do Novo Testamento a fim de encontrar qualquer indício de um evangelho de entretenimento. A mensagem das cartas é: “Retirai-vos, separai-vos e purificai-vos!” Qualquer coisa que tinha a aparência de brincadeira evidentemente foi deixado fora das cartas. Os apóstolos tinham confiança irrestrita no evangelho e não utilizavam outros instrumentos. Depois que Pedro e João foram encarcerados por pregarem o evangelho, a igreja se reuniu para orar, mas não suplicaram: “Senhor, concede aos teus servos que, por meio do prudente e discriminado uso da recreação legítima, mostremos a essas pessoas quão felizes nós somos”. Eles não pararam de pregar a Cristo, por isso não tinham tempo para arranjar entretenimento para seus ouvintes. Espalhados por causa da perseguição, foram a muitos lugares pregando o evangelho. Eles “transtornaram o mundo”. Essa é a única diferença! Senhor, limpe a igreja de todo o lixo e baboseira que o diabo impôs sobre ela e traga-nos de volta aos métodos dos apóstolos.

Por último, a missão de prover entretenimento falha em conseguir os resultados desejados. Causa danos entre os novos convertidos. Permitam que falem os negligentes e zombadores, que foram alcançados por um evangelho parcial; que falem os cansados e oprimidos que buscaram paz através de um concerto musical. Levante-se e fale o alcoólatra para quem o entretenimento na forma de drama foi um elo no processo de sua conversão! A resposta é óbvia: a missão de prover entretenimento não produz convertidos verdadeiros. A necessidade atual para o ministro do evangelho é uma instrução bíblica fiel, bem como ardente espiritualidade; uma resulta da outra, assim como o fruto procede da raiz. A necessidade de nossa época é a doutrina bíblica, entendida e experimentada de tal modo, que produz devoção verdadeira no íntimo dos convertidos.


Quem foi Spurgeon?

Só o maior pregador do século XIX e um dos maiores ganhadores de almas da história.

E sua mensagem parece que foi pregada no domingo passado, de tão atual...

 

 

 

Fonte: Monergismo



Escrito por Pastor Neto Curvina às 21h35
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Deu a louca... (rapidinhas)

 

1. Bárbara Evans diz que posar nua foi “plano de Deus”.


2. Em culto da Igreja Universal “demônio” diz que Valdemiro Santiago é seu servo


3. Carnaval Gospel em Londrina chega a sua 10° edição

 

4. E essa semana, um adventista desnorteado me afirmou que satanás vai ser destruído, que Ellen White é uma profetisa séria, Enoque percorreu o espaço, Moisés foi ressuscitado por Deus e quem não guardar o sábado vai para o inferno...

 

 


 

Acho que estou precisando de férias...



Escrito por Pastor Neto Curvina às 21h01
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Pastoreando

Para que serve uma autoridade espiritual?

Depende.

Se você não é uma ovelha, certamente ela não vai servir para nada.

Se, excepcionalmente, você for um bode, um pavão, um avestruz, um camaleão ou uma serpente, aí então é que não será bem-vinda.

A palavra 'pastor' provém do mesmo termo que desgina a palavra 'pasto'.

Ou seja, 'pastorerar' ou 'apascentar', etimologicamente e literalmente falando aponta para 'levar ao pasto'.

O pastor apascenta, a ovelha pasta, ou seja, tira proveito do pasto.

Isso é a parte fácil.

O homem as conduz durante o dia e as recolha durante a noite.

A parte difícil está nesse intervalo.

Imagine que o começo de sua vida é o dia e o final dela seja a noite.

E que você é uma ovelha...

Do aprisco às pastagens é um caminho razoável.

Você precisa sair, e alguém tem que abrir a porta e mostrar o caminho.

Depois de um tempo você, achando que já conhece o caminho, entende que pode, digamos, 'variar', e resolve tomar atalhos, escolher outras trilhas.

Isso se chama desvio. É quando alguém sai do caminho.

De repente você sente algo rígido em seu pescoço. É o cajado do pastor, colocando você de volta na trilha.

Curioso, você insiste. E aí vem a vara de Arão, a autoridade do sacerdote.

O pastor sabe, que atrás das folhagens há uma realidade que pode deixar sequelas indesejáveis.

Há lobos. Muitos tão bem mascarados que a ovelha só vai saber quem são quando já estão sangrando entre suas presas.

Mas há outros perigos.

Há bodes, primos distantes que, rapidamente, ensinam a ovelha a se comportarem como eles.

Há abismos. Ilusões, falsas promessas.

E há o diabo.

Mas repetidamente a ovelha insiste em saber o que há por trás das folhagens às margens do caminho.

Satanás começou assim.

Humano, um dia o pastor se distrai. E ela escapa.

Por que muitas ovelhas cotumam tomar decisões sem antes consultarem seus pastores?

Porque sabem que vão ouvir coisas como: "Cuidado...", "Você tem certeza?", "Pense bem, pode não ser a melhor saída..."

Usam a desculpa da independência com argumentos que fariam o Rei Davi, repreendido diante de Natã, o profeta, morrer de vergonha.

"Não devo satisfação a ninguém!". "Minha vida é problema meu!". "Quem pastor pensa que é para opinar?".

Sem dúvida. E todos esses argumentos estão corretos. Se você não é uma ovelha.

Joio normalmente se comporta assim.

Ovelhas, não.

Iavá costuma mostrar aos pastores que ele escolhe a melhor forma de pastorear.

Aos que ele escolhe, repito.

Alguém que sabe a hora certa de tirar do aprisco e levar ao pasto.

E qual o pasto certo, com o que alimentar seu rebanho.

Se ele é negligente, não vigia as ovelhas, não as conduz pelo caminho reto, não as alimenta com pastagens verdejantes, terá problemas.

Pastores não são infalíveis. Mas o Deus que servem é.

Se tenta fazer as coisas do modo correto, Jeová os honra.

E honra suas ovelhas.

Essa é uma das funções de uma autoridade espiritual: honra e fazer honrar quem o revestiu de autoridade.

E, abaixo disso, desempenhar o papel para o qual foi chamado.

Há ovelhas que insistem tanto em olhar por trás das folhagens que o pastor uma hora se cansa e deixa que vá.

Algumas voltam feridas, assustadas ou confusas.

Outras não voltam.

Moisés, quando se encontrou com Deus pela primeira vez estava pastoreando.

Poderia ser o rei de império, mas estava apascentando ovelhas que nem eram suas.

Assim como fazem os pastores de hoje.

Durante quarenta anos essa foi sua ocupação. Deus o treinou para cuidar de um rebanho.

Até Moisés descobrir que apascentar pessoas era terrivelmente mais perigoso.

Ovelhas gritam por socorro quando estão em perigo.

Pessoas preferem aguentar o sofrimento pelo orgulho de não admitir que erraram.

Preferem não fazer o caminho de volta por conta da arrogância.

E estão sempre querendo olhar através das folhagens que cercam o caminho até o aprisco.

Que quase sempre tem a porta estreita...









Neto Curvina

Pastor



Escrito por Pastor Neto Curvina às 23h43
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