
Ontem se comemorou o Dia do Pastor na maioria das igrejas do Brasil. Na Shalom em São Mateus ninguém se lembrou. E por quê? Porque eu quis que não lembrasse. Todo ano, no começo dele, recebemos um calendário para o ano todo. Aniversários, festas e comemorações. Retiros, vigílias, temas de cada mês e... ...o Dia do Pastor. Mas esse eu não falei. E, ontem a noite, prestei uma humilde homenagem ao Pastor Antonio Carlos, Que me auxilia na Obra. Engraçado, nem ele sabia que era nosso dia ontem. Não consigo mais me ver recebendo homenagens. No ano de 2005 um profeta me disse que eu tinha poucos dias de vida. Devido uma enfermidade no sangue. Mas que Deus havia me curado. Não disse nem quantos dias. Nem que enfermidade era. Quatro anos depois encontrei alguém. Essa pessoa não sabia da história. Eu nem a conhecia nessa época. Ela disse sobre o encontro de quatro anos. E finalizou a revelação. Era uma anemia fortíssima. Anormal. Fatal. E meu tempo de vida era de oito dias. Satanás havia pedido minha vida. E Deus havia aceitado. Mas houve uma mudança nos planos. Havia ainda uma obra a ser concluída. E Deus me queria nela. Satanás ficou com as mãos abanando. Perdeu um comparsa. Ganhou um inimigo. Alistado pelo Senhor dos Exércitos. Entrei para um time interessante. Homens que receberam de Deus uma nova vida. De certa forma. Nasceram de novo. Que sentido há em ser homenageado? Quando há só um digno de disso no universo. Quando me sinto cada vez mais insignificante diante de sua santidade. E por isso que quando eu canto: "Eu não preciso ser reconhecido por ninguém" E completo: "A minha glória é fazer com que conheçam a ti" As pessoas acreditam. Pr Neto Curvina
Escrito por Pastor Neto Curvina às 17h25
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