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Tive um álbum de recortes de Michael Jackson quando era criança. Acho que foi logo que estorou o sucesso "Beat It". Lembro que naquela época todos os jovens queriam se vestir como ele. Dançar como ele. Passávamos horas tentando imitar o célebre 'moonwalker', passo de dança onde parecemos 'deslizar' no chão. Tinha mais de 200 fotos naqueles álbuns antigos, com folhas de papelão. Também foi a primeira vez que ouvi o nome dos Testemunhas de Jeová. Algo que, para mim naquela época, soava, no máximo, excêntrico. Achava maravilhosa a melodia de uma música chamada "Say Say Say", que ele cantava em dupla com Paul McCartney. Michael era realmente um deles. No final da vida, simpatizava com o islamismo. (ver abaixo) http://www.portalgospeltv.com.br/3G/index.php?view=article&catid=18%3Adrops&id=915%3Amichael-jackson-sofre-parada-cardiaca-e-morre-em-los-angeles-aos-50-anos&tmpl=component&print=1&page=&option=com_content&Itemid=39 Nesse momento cabe uma análise humana. Exaltar a capacidade técnica e artística do cantor e compositor de Indiana é impertinente. Nenhum foi mais completo showman do que ele. Nem Elvis. Nem Lennon. Mas e quanto ao que interessa: sua alma. Seu espírito. Jesus em uma parábola pergunta: "Que proveito tem o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma?" Um mundo que hoje sente sede por 'realezas'. Temos - tínhamos - um 'rei do pop'. Assim como tivemos um 'rei do rock'. E seguimos com um 'rei do futebol', 'rainha dos baixinhos'... Temos - humanos - essa coisa de majestade no DNA. Não entendemos que isso vem do vazio que há em nós. E que só pode ser preenchido pela presença do Rei dos Reis. Michael morava em lugar chamado "Terra do Nunca" - NeverLand. Talvez estivesse certo. Nunca feliz. Nunca em paz. Nunca tranquilo. Nunca sossegado. Embora milhares de pessoas ao redor do planeta ainda achem que todo o seu dinheiro pudesse comprar essas coisas. Mas como um pastor tem a tendência natural de encontrar rosas em meio a espinhos. Ele tinha suas qualidades. Perfeccionista. Ensaiou por seis meses a coreografia de "Thriller". Será que quando organizamos coisas na igreja temos essa preocupação? De fazer o melhor para Deus? Profissional. Responsável com seus compromissos. Organizado. Teria dado um Ministro de Louvor abençoado. Pr Neto Curvina
Escrito por Pastor Neto Curvina às 13h53
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OPINIÃO
DEUS AINDA FALA O tema é polêmico. Mas não deveria. Ficou assim por causa dos extremismos. Os fundamentalistas, em sua maioria completamente incrédulos em relação a quase tudo que possa ser classificado de sobrenatural, se escandalizam quando ouvem falar em profecias, pessoas entregando mensagens da parte de Deus, ou coisa parecida. Os pentecostais, por outro lado, em sua maioria completamente descontrolados e emotivos, acreditam em tudo. Quer ver um perder o sono? Encontre com ele no meio da rua e diga a ele que Deus lhe revelou que ele passaria por uma grande tribulação... Os primeiros pecam por falta. Os segundos por excesso. Os versículos bíblicos citados pelas igrejas tradicionais são mais tradicionais do que ela: Lucas 16:16 e Hebreus 1:1-2. As igrejas 'avivadas' não citam nada, só crêem. Misturam tudo. O que vier é lucro. Mas qual é a verdade? Nos próximos dias, vamos estar comentado o assunto à luz da Bíblia. Aguarde. Pr Neto
Escrito por Pastor Neto Curvina às 17h39
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DO JESUS SITE | Brasileiros não apoiam a homossexualidade | Autor: Geremias do Couto
| | | Embora tenha havido nos últimos anos intenso bombardeio através da mídia secular para minar os valores morais e tornar a sociedade simpática à prática homossexual, atribuindo-lhe característica de normalidade comum à diversidade humana, não é de fato bem isso que vêm logrando aqueles que fazem desta a sua batalha de vida ou morte.
Nem mesmo as novelas, com as suas cenas ousadas de convivência afetiva e em alguns casos até de “casamento” entre pessoas do mesmo sexo, conseguiram esse intento. (Ainda que o façam, diga-se de passagem, mesmo na ficção, de forma criminosa, ao arrepio da constituição brasileira, cuja letra afirma que o casamento se dá entre homem e mulher.)
A verdade é que, segundo pesquisa produzida pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com a Fundação Rosa Luxemburg, à qual se reportou o jornal O Globo de 8 fevereiro, 99% dos brasileiros, em maior ou menor grau, não assimilaram a idéia de considerar normal o homossexualismo.
É claro que o jornal e os promotores da pesquisa não admitem essa interpretação. Para eles, embora em matizes variados, os dados revelam o preconceito ainda existente contra os homossexuais, que precisa ser combatido através de políticas públicas contra a discriminação para eliminá-lo. Não se podia esperar outra coisa dessa gente. Essa é a pecha que nos querem impor não só como forma de hostilização, mas de nos colocar na defensiva, com temor do rótulo, diante da ditadura do “politicamente correto”, que, hoje, toma conta do mundo dito “civilizado”.
Mas vejamos as informações da pesquisa. Ela empregou a metodologia da abordagem domiciliar para ouvir 2014 pessoas acima de 15 anos distribuídas por 150 municípios, em 25 unidades da federação, nas cinco macrorregiões do país. Foi ampla o suficiente para produzir com fidelidade os resultados anunciados e mostrar que a realidade não é bem aquilo que pretendem os apologistas do homossexualismo, embora seja lida de forma distorcida e vá servir de instrumento para nos hostilizar ainda mais.
O que mais chama a atenção são os números que ligam a não aceitação da prática homossexual aos princípios da fé cristã. Vejam só: 92% dos brasileiros, por exemplo, acreditam que “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram o seu papel e tenham filhos”. Os responsáveis pela pesquisa atribuem autoria anônima à frase (uma forma velada de tirar-lhe o mérito), como se fosse mero refrão da tradição popular. Mas ela revela, em essência, um fato bíblico para o qual torcem o nariz: a perpetuação da espécie como uma das finalidades pelas quais Deus criou macho e fêmea o gênero humano. E, como afirmam, 11 em cada 12 brasileiros acreditam nela.
Outro dado relevante da pesquisa é que 66% creem que a “homossexualidade é um pecado contra Deus”. Ora, não é isso resultado da influência direta daquilo que a igreja, baseada na Bíblia, ensina ao povo? Aliás, essa é a interpretação, mesmo que tortuosa, dada por Gustavo Venturi, doutor em Ciência Política e mestre em Sociologia, em seu ensaio sobre a pesquisa publicado no portal da Fundação Perseu Abramo. Para ele, isso é fruto do “peso legitimador dos discursos religiosos (especialmente cristãos, tratando-se de Brasil, e ainda particularmente católico, em que pese o crescimento recente acentuado das igrejas evangélicas) no reforço de concepções preconceituosas da homossexualidade”.
A única diferença é que Gustavo, preconceituosamente, identifica esse peso da fé cristã como o fator gerador dessas “concepções preconceituosas”, enquanto nós, os cristãos, sem nenhum preconceito, admitimos que essas concepções nada têm de preconceituosas e apenas refletem o padrão moral de comportamento que Deus estabeleceu para o gênero humano.
Em outras palavras, apesar da orquestração que se estende desde o mundo acadêmico, passando pela mídia, até as políticas de governo para impor o modus vivendi homossexual como prática moralmente aceitável, ainda assim a força da fé cristã, enfrentando todos os percalços, prevalece no coração dos brasileiros e nos serve de estímulo para não esmorecermos em nossa luta em defesa do evangelho.
No entanto, a leitura que deixou de ser feita pelo ensaísta é que, se 99% dos brasileiros discordam, de alguma forma, da prática homossexual, onde estaria então o propalado quantitativo do grupo, que se instrumentaliza de ferramentas públicas para impor a ditadura do seu comportamento sobre a sociedade? Sem nenhuma dúvida, por dedução, na faixa do um por cento, que apoia a “causa” do movimento.
Com esse dado claríssimo, percebe-se que o minoritário movimento homossexual está sendo também instrumentalizado pelo viés ideológico das ditas forças progressistas para criar um fato político e impor restrições à liberdade de expressão mediante a ditadura do pensamento único. É o que pretendem com a aprovação do PL 122 que consagra de forma autoritária, contra todos os princípios em que se sustenta o regime democrático, o “delito” de opinião, como já observou o filósofo Otávio de Carvalho.
Aliás, Gustavo Venturi deixa isso claro, quando afirma: “Enquanto o PL 122 (ou lei semelhante), hoje parado no Senado, não for promulgado, e enquanto não ocorrerem eventuais condenações exemplares por crimes de ofensa ou discriminação de pessoas por sua orientação sexual ou identidade de gênero, é pequena a chance que se reverta de forma expressiva ou que se acelere a reversão (provavelmente já em curso) no processo de reprodução de preconceitos de natureza homofóbica”. Ou seja, eles continuam em ação para transformar em lei essa aberração jurídica. E mais dia menos dia conseguirão a façanha, se nos omitirmos como força social organizada em nosso país.
Duas conclusões, entre outras, precisam ser extraídas da pesquisa:
1) Não obstante a nossa atuação como força social organizada estar muito aquém do que ainda pode ser feito (somos, por exemplo, relapsos em nos apresentar nos fóruns adequados para discutir temas desta natureza), não podemos desconsiderar a força da mensagem cristã na formação do pensamento brasileiro. Assim, continuemos a pregar a tempo e fora de tempo todo o conselho de Deus. Sem medo de restrição alguma.
2) Não nos enganemos, achando que as coisas melhorarão em nosso favor. Isso não acontecerá. O cerco será apertado cada vez mais, inclusive com a influência internacional de órgãos da própria ONU. Lembremo-nos que esse foi o propósito da pesquisa: fornecer ferramentas ao governo para assegurar a ditadura da diversidade sexual. Em outras palavras, precisamos estar preparados para os novos tempos e agir para que a nossa voz seja ouvida nos fóruns que ditam as leis do país.
Pelo menos não seremos omissos. Omissão também é pecado.
PS. Este artigo foi originalmente publicado na edição do Mensageiro da Paz do mês de março de 2009.
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Escrito por Pastor Neto Curvina às 17h24
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DO PALAVRA PRUDENTE Betumado Por Dentro e Por ForaGênesis 6.13-14“Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra. Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume.” Gn. 6.13-14 A palavra “betumar” é traduzida da língua Hebraica no Velho Testamento também como: expiação, reconciliar, perdoar, purgar, agradar, e misericórdia. Pela preservação divina de Noé Deus revela um símbolo da Sua preservação dos santos. Porém limitar-nos-emos nessa lição a considerar somente o betume sendo aplicado por dentro e por fora. O betume é uma figura, ou símbolo: da expiação feita pelo sangue de Cristo, o conserto ou a reconciliação da nossa inimizade com Deus, a posição de absolvição ou perdão completo que cada crente em Cristo têm, a purificação, ou seja, a separação da carne pecaminosa da criatura nova preservada por dentro, a satisfação da justiça de Deus e a misericórdia ricamente dada aos eleitos. Quando se recebe de Deus a graça de exercer a fé no sangue, o Cristão é betumado por dentro e depois por fora. Sua fé é posta totalmente no betumar, ou seja, na aplicação do sangue do Cordeiro, pois, sem este “betume”, certamente perecerá com todos que vivem na iniqüidade da carne. Pela fé, quando a alma dos pecadores é betumada com o sangue de Cristo, o seu relacionamento com o Criador é retificado; não são inimigos mais, mas feito a assentar nos lugares celestiais como filhos de Deus. O pecado é purgado para fora e a santidade vem habitar dentro. O betume do sangue de Cristo segura a impiedade de voltar a penetrar e encher o vaso de honra. O sangue purga e previne qualquer nova infiltração. O Espírito Santo com o sangue de Cristo sela, ou seja, betuma o Cristão por dentro até o dia da redenção – até a ira de Deus se finda. Por fora, cada Cristão é revestido e coberto com a armadura da justiça de Cristo. Assim se tem uma proteção dupla para prevenir a pecaminosidade do mundo de penetrar o vaso preservado por Deus. Sendo betumado por fora pelo sangue de Cristo não somente exibe a verdade da preservação divina, mas declara ao perdido aquilo que ele falta e o impede de entrar no porto seguro. Os Cristãos são betumados por dentro e por fora com o SANGUE! Autor: Dr. M. J. Seymour, Sr.
Escrito por Pastor Neto Curvina às 17h16
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PARA PENSAR

Ontem na Shalom pregamos o que não costuma ser pregado: a verdade. Não, não somos donos dela. Longe disso. Mas ela está na Bíblia. Basta procurar. E proclamar. A cada dia que passa as pessoas vão caindo na real. Na realidade do Evangelho cristalino. Feito de coisas que são resumidas em uma palavra: Cruz. Não pregamos para não assustar. Não pregamos para arrecadar. Não pregamos para receber. Mais bem aventurada coisa é dar, do que receber. Entre outras coisas, afirmamos quatro pontos: O primeiro: Deus não é nosso empregado. Não temos o direito de lhe exigir nada. Absolutamente nada. Ele faz o que quer, quando, onde, como e com quem quer. Segundo: ele não faz concessões. Naamã pensou se era realmente necessário mergulhar sete vezes no Rio Jordão para se purificar de sua lepra. Contestou a qualidade do Rio Jordão... Mas no final, se realmente queria ser curado, tinha que cumprir a determinação do profeta. E pronto. Sem um centímetro a mais ou a menos. Terceiro ponto: lembrei que o inferno é real. As seitas judaizantes gostam de pregar que o inferno não existe. Tudo bem. No fim dos tempo a gente conversa. Mas onde pregamos lembramos: Cuidado: o inferno existe. E a única opção para escapar dele chama-se Jesus Cristo, o Filho de Deus. 
O evangelho precisa ser levado mais a sério. O mundo está cansando de promessas vazias de bênçãos. Queremos a verdade. E a verdade é a cruz. E como ela dói. A igreja de Cristo não é uma aula de motivação. Um seminário de auto-ajuda. Não foi Paulo Coelho quem escreveu os textos que lemos. Nem Lair Ribeiro. Não sei se eles resistiriam no deserto... Pr Neto Curvina, contra a maré. Sempre.
Escrito por Pastor Neto Curvina às 15h43
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